Governo mantém crescimento com atração de indústrias

postado em 15 de dezembro de 2011

O Estado de Alagoas foi autorizado pelo governo federal a contrair empréstimos de até US$ 400 milhões. Por meio da Seplande, o Governo negocia uma operação de crédito de US$ 200 milhões junto ao Banco Mundial, para financiar projetos e ações do Alagoas Tem Pressa das áreas de saúde, educação, defesa social, assistência social, inclusão produtiva, entre outras.

Em novembro, o Estado recebeu a notícia de que a carta consulta, documento que detalha o projeto do empréstimo, foi aprovada pela Comissão de Financiamento e Empréstimos Externos (Cofiex), da Secretaria de Assuntos Internacionais (Seain). Técnicos do Bird já participaram de sete missões em Alagoas.

Além disso, o Estado busca financiamentos do Banco Interamericano (BID) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico (BNDES), esse último na ordem de R$ 12,5 milhões, para implantar o projeto da Modernização da Estrutura Administrativa e Controle de Metas do Estado de Alagoas.

Desenvolvimento Econômico - A política de atração de grandes empreendimentos implantada pelo Governo de Alagoas desde 2007 foi reforçada neste ano. Três novas indústrias instalarão suas unidades ainda este mês – Plastmar, Megaplás e Ultratherm. Somadas, as fábricas aportam investimentos de mais de R$ 15 milhões, gerando cerca de 250 empregos diretos.

Outros 15 empreendimentos de grande porte, como a Bauduco, Krona, TimacAgro, Alagoas Pré-Moldados, White Martins e a nova planta de PVC da Braskem, já se encontram em fase de construção e deverão abrir suas portas em breve.

Outras três empresas anteciparam sua chega ao Estado, com o objetivo de conhecer o mercado e assegurar os benefícios oferecidos pelo Governo de Alagoas antes mesmo da implantação do empreendimento final. De maneira temporária, as empresas Ourofertil, Clodax e GDM já iniciaram suas operações no Estado. A última, que deverá se instalar no município de Marechal Deodoro, conta com investimentos da ordem de R$ 22 milhões e vai gerar cerca de 80 empregos diretos.

Shopping - O início das obras de construção do Parque Shopping Maceió foi outra novidade do ano de 2011. Empreendimento das empresas Multiplan e Aliansce, o shopping será instalado no bairro de Cruz de Almas e contará com 200 lojas – sendo algumas inéditas em Maceió, quatro âncoras e oito megalojas – duas mil vagas de estacionamento e salas de cinema. O Parque Shopping Maceió vai gerar cerca de 3 mil empregos.

A Seplande, através da superintendência de Indústria, Comércio e Serviços (SICS), trabalhou, durante todo o ano, de maneira incessante para a expansão, qualificação e construção de novos polos multissetorias e industriais. Com o propósito de descentralizar os investimentos feitos em Alagoas, o Governo pretende tornar os centros em núcleos de excelência de setores específicos, como já acontece no Polo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela (PJAV), localizado no município de Marechal Deodoro, que abriga grandes empresas do setor químico-plástico.

“O Governo de Alagoas acredita que os polos industriais e multissetoriais são importantes ferramentas para o fortalecimento da inclusão produtivo, além de promover a diversificação e desconcentração da economia”, destacou o secretário Luiz Otavio Gomes.

Desenvolvimento do Agreste - Um sonho dos produtores de móveis do Agreste alagoano está prestes a ser concretizado. Com inauguração prevista para a primeira quinzena de dezembro, o Polo Moveleiro Nascimento Leão, que se encontra em fase final de implantação no município de Arapiraca, vai fomentar a produção do setor em toda a região.

Empresas de pequeno e médio porte já garantiram sua entrada no Polo, que possui uma área total de 120 mil m², divididos em 45 lotes. Para a instalação, foram investidos recursos na ordem de R$ 5,3 milhões. O Polo Nascimento Leão terá uma quadra exclusiva para empreendimentos ligados ao Arranjo Produtivo Local (APL) Móveis do Agreste, que possui atualmente cerca de 100 empresas envolvidas.

No mês de novembro, o Governo deu início às articulações com a Prefeitura de Palmeira dos Índios para a implantação de um Polo Multissetorial no município. De acordo com o projeto inicial, serão 145 mil m² de área, fracionada em 16 lotes. O Polo ainda contará com um espaço cultural, estacionamentos e um sistema avançado de segurança.

Cadeia Têxtil e de Confecções - Inaugurado no dia 25 de março deste ano, o Centro da Moda Industrial José Carlos Lyra de Andrade, localizado no município de Murici, vem promovendo o desenvolvimento da cadeia têxtil em Alagoas. O complexo conta com as empresas Padrão Uniformes, Albatroz, Estamparia, Manda Moda Feminina, Intimus Lingerie, Menta Limão e LAS Moda Feminina. Para a implantação desses seis empreendimentos, o Governo de Alagoas, em parceria com a Prefeitura de Murici investiu cerca de R$ 1 milhão. Segundo dados atualizados da Seplande, em oito meses, o Centro da Moda já gerou mais de 300 empregos diretos.

Em 2011, a Seplande também deu início ao processo licitatório de outro Polo Industrial da cadeia têxtil, que será instalado no município de Delmiro Gouveia. Com recursos oriundos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), na ordem de R$ 2,6 milhões, serão adquiridas 1.200 máquinas de costura para trabalhadoras da região, beneficiando cerca de 300 famílias do Sertão de Alagoas

Desenvolvimento Regional - O ano de 2011 foi repleto de conquistas para o Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL), que é coordenado pela Seplande e pelo Sebrae. Mais de R$ 3 milhões apenas para a promoção de iniciativas, além da atuação de parceiros através de convênios, para a realização de capacitações, seminários para pequenos produtores ligados aos 13 Arranjos que compõem o programa.

Um exemplo dos resultados positivos desses Arranjos pode ser observado no APL Mandioca do Agreste. Através de um convênio entre a Cooperativa Agropecuária de Campo Grande (Coopeaagro) e o governo de Alagoas, a farinha de mandioca produzida em Alagoas passou a ocupar as prateleiras de supermercados. Em dados atualizados, até o mês de novembro, foram comercializadas cerca de 60 toneladas de farinha, proveniente da agricultura familiar alagoana.

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